Sequestro da Rua das Margaridas: Remédio de Vento
- Miguel Jacob
- 16 de jul.
- 1 min de leitura

Sentados à mesa, o clima oscilava entre a tensão e o surrealismo. Segundos após Peninha colocar uma metralhadora automática em minhas mãos para mostrar como funcionava o disparo contínuo, a cena seguinte quebrou toda a gravidade do quarto.
Simão, tentou tomar um remédio forte para a coluna. Em um movimento automático, jogou o comprimido em direção à boca, mas errou feio: a pílula passou direto pelo rosto e caiu no chão, sem que ele notasse.
Eu e o sequestrador desabamos a rir juntos da cena, deixando Simão completamente sem entender. Por alguns breves instantes, em meio ao caos e cercados de armas, o riso compartilhado trouxe um intervalo inesperado de leveza e distensão ao cativeiro.
Como um pequeno erro ao tomar um remédio desarmou a tensão e uniu refém e sequestrador em uma gargalhada? Acompanhe no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Você já teve um momento de riso incontrolável na hora mais inadequada ou tensa da sua vida?



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