Sequestro da Rua das Margaridas: O Plano de Fuga

Naquela madrugada, o surrealismo atingiu o ápice. Fui acordado com um educado pedido de desculpas de um dos sequestradores porque meu tio estava ao telefone. A ligação familiar trouxe um alívio profundo.
Logo depois, Tiãozinho me fez um pedido impensável: ajuda para traçar um plano de fuga para o bando. Usando meus papéis de estudo, desenhei uma rota em direção ao Paraguai. Ele ficou tão impressionado que o pânico me bateu: e se decidissem me levar junto como comparsa?
Recuei às pressas, alegando que era péssimo na prática e só iria atrapalhar. Ele aceitou, mas o medo de ser arrastado com eles permaneceu.
Como o desenho de uma rota de fuga quase transformou o refém em um comparsa de viagem? Descubra no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Você saberia a hora certa de fingir incompetência para garantir a sua própria liberdade?



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