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Sequestro da Rua das Margaridas: A Promessa e o Código de Honra

  • Foto do escritor: Miguel Jacob
    Miguel Jacob
  • 16 de jul.
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 5 dias

Uma fotografia cinematográfica de suspense com estética dos anos 1990. Em close-up sobre uma mesa de madeira escura e rústica, destacam-se dois pequenos crucifixos simples de madeira dispostos ao lado de um molho de chaves de metal e de um papel dobrado. A iluminação de tom quente incide de cima, projetando sombras longas e marcadas sobre a mesa, simbolizando a tensa proposta de troca dos reféns civis por dois padres com textura granulada de filme antigo.
Dois crucifixos sobre a mesa de negociação: a proposta de trocar vidas civis pela presença de religiosos foi o estopim de um tenso jogo de palavras no cativeiro.

Com a fuga decidida, os sequestradores propuseram nos libertar em troca de dois padres como novos reféns. Diante do impasse na negociação, ouvi chocado o coronel Edgar sugerir que, se a troca falhasse, os criminosos nos levassem junto na fuga. Sentindo-me traído pelo militar, confrontei Peninha a sós sobre o nosso destino. Peninha se irritou com a dúvida e reforçou seu código de honra, me dando paz e a certeza de que a palavra do crime era sua única garantia de liberdade.


Como o código de honra de um sequestrador tornou-se a única garantia de vida para os reféns? Saiba mais no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".


💬 Em uma situação extrema, você confiaria mais na palavra de um criminoso com princípios próprios ou na estratégia das autoridades?


 
 
 

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MIGUEL JACOB

Site oficial do livro O Sequestro da Rua das Margaridas — 24 HORAS

© 2026 Miguel Jacob. Todos os direitos reservados.
Livro baseado em fatos reais.

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