Sequestro da Rua das Margaridas: Sob os Holofotes do Brasil
- Miguel Jacob
- 16 de jul.
- 1 min de leitura
Atualizado: há 5 dias

Na manhã de 26 de agosto de 1990, o cativeiro foi invadido por câmeras, microfones e luzes. Sob a liderança do repórter José Carlos de Lery Guimarães, a imprensa entrou na casa para mostrar ao vivo que estávamos bem.
De repente, nossa sobrevivência virou transmissão nacional. Enquanto Simão falava mais ativamente, eu respondia sob a tensão de qualquer movimento dar errado. No ápice do surrealismo, tiramos fotos lado a lado com sequestradores e policiais — registros que logo estariam em todas as bancas do país.
Estávamos sob a mira de armas e, ao mesmo tempo, diante de todo o Brasil.
Como um cativeiro tenso e perigoso se transformou, de repente, em um estúdio de TV ao vivo para todo o país? Acompanhe os detalhes no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Você consegue imaginar a sensação de dar uma entrevista coletiva ao vivo enquanto ainda é mantido como refém?



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