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Sequestro da Rua das Margaridas: O Valor de Ser Ouvido

  • Foto do escritor: Miguel Jacob
    Miguel Jacob
  • 16 de jul.
  • 1 min de leitura

Uma fotografia cinematográfica em close-up com estética dos anos 1990. Na imagem, destaca-se um telefone fixo analógico de cor bege, modelo de teclado clássico, posicionado sobre uma mesa de madeira escura e envelhecida. A iluminação lateral é forte e quente, projetando uma sombra longa e dramática do fone na superfície da mesa. O fundo está imerso em escuridão e completamente desfocado, enfatizando o sentimento de isolamento e urgência. A textura apresenta o grão clássico de película de filme antigo.
O telefone sobre a mesa não era apenas um meio de comunicação; era o fio condutor que unia a tensão do cativeiro ao desespero da família do lado de fora, e o canal para um pedido de socorro médico de tirar o fôlego.

No telefone, fiz um pedido desesperado ao chefe de cirurgia da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora: "Se eu for baleado, salve a minha vida".

Depois, sentei-me com os sequestradores. Ao ouvir suas histórias sem julgamento, um deles confessou que, pela primeira vez na vida, sentiam-se tratados como humanos, e não como animais.

Não era cumplicidade ou defesa dos crimes. Era a minha única tática de sobrevivência para desarmar a tensão e garantir que sairíamos dali vivos.


Até onde vai o instinto de sobrevivência em um cativeiro? Descubra no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".


 
 
 

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MIGUEL JACOB

Site oficial do livro O Sequestro da Rua das Margaridas — 24 HORAS

© 2026 Miguel Jacob. Todos os direitos reservados.
Livro baseado em fatos reais.

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