Sequestro da Rua das Margaridas: A Escola do Crime
- Miguel Jacob
- 16 de jul.
- 1 min de leitura

Madrugada adentro, as conversas no cativeiro perderam qualquer filtro. Em um tom quase didático, os sequestradores passaram a descrever a realidade brutal das prisões: os hábitos desumanos, os acordos informais e os métodos frios para eliminar desafetos sem deixar rastros.
Foi um mergulho sem volta em um sistema paralelo regido por regras próprias. Até que um deles resumiu tudo em uma frase que fez o silêncio pesar ainda mais:
— “A gente entra na prisão como ser humano… e sai de lá um monstro.”
Ouvir de perto que o presídio era, na prática, a maior escola do crime que existe foi mais do que inquietante. Foi revelador.
O que acontece quando o cativeiro se transforma em uma sala de aula sobre a realidade das prisões? Leia o relato completo no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Você acredita que o sistema prisional atual é capaz de recuperar alguém, ou ele funciona apenas como uma escola para o crime?



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