Sequestro da Rua das Margaridas: Se Eu Soubesse...
- Miguel Jacob
- 12 de jul.
- 1 min de leitura
Atualizado: há 7 dias

No limite do terreno, à direita, havia uma cerca de arame danificada. Uma saída simples e acessível. Mas, naquele instante, essa possibilidade sequer passou pela nossa cabeça.
Enquanto eu observava o helicóptero da varanda, um carro surgiu em alta velocidade e parou bruscamente em frente ao portão.
Havia um confronto armado ali mesmo, entre o carro e o helicóptero. Minha mente, tentando processar o absurdo, criou uma lógica totalmente equivocada: achei que os reféns do centro da cidade estavam sendo resgatados e trazidos para cá.
Olhei pela fresta do portão e vi a minha Tia Glair. O pânico se instalou: eu havia trancado o portão com o cadeado e não conseguia lembrar onde estava a chave. Corri pela casa, gritei para Andréa e Anderson procurarem, revirei o carro, mas nada.
Tomada por uma força inacreditável, ela se lançou violentamente contra a estrutura. Os elos da corrente se romperam e o portão se abriu.
O momento exato em que a linha entre a segurança e o cativeiro se rompeu. Acompanhe o relato completo minuto a minuto no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Você já viveu um momento de pânico onde a sua mente simplesmente congelou ou tentou criar uma lógica para o que era inexplicável?



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