Sequestro da Rua das Margaridas: O Mesmo Caminho, Novas Mudanças
- Miguel Jacob
- 8 de jul.
- 1 min de leitura
Atualizado: há 7 dias

Saí de casa por volta das 14 horas, na Rua Pasteur, em direção à granja. No caminho, passei no bairro Cascatinha para buscar a Andréa e seu irmão, Anderson.
Ao passarmos pelo Aeroporto da Serrinha, algo chamou nossa atenção: um helicóptero preto e amarelo. Rumores diziam que os sequestradores do centro da cidade o haviam solicitado para a fuga. Fiz um comentário trivial sobre a cena e seguimos viagem até o bairro Novo Horizonte, descendo em direção à Rua das Margaridas, nº 425.
Ao chegar, parei o carro em frente ao portão. Desci e, por um impulso incomum, tranquei-o com cadeado.
Anderson e eu começamos a lavar o carro, enquanto Andréa subiu para ver televisão. Tudo seguia calmo. Como se o perigo não estivesse a poucos metros de distância.
Como um gesto simples de proteção se tornou a moldura do que viria a seguir? Conheça a história real e completa no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Você já teve um impulso repentino de segurança ou proteção que depois pareceu um aviso do destino? Conte nos comentários.



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