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Sequestro da Rua das Margaridas: O Mesmo Caminho, Novas Mudanças

  • Foto do escritor: Miguel Jacob
    Miguel Jacob
  • 8 de jul.
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 7 dias

Uma colagem de nove fotografias cinematográficas com estética dos anos 1990, narrando uma sequência de eventos. A paleta de cores é composta por tons terrosos, verdes profundos e uma iluminação dramática e suave. A primeira linha mostra um close-up das mãos do motorista operando a tranca da porta e a ignição com chaves; uma visão de dentro do carro com três ocupantes (uma mulher, um menino e um homem) observando a estrada; e um helicóptero preto Bell JetRanger pousando em um aeródromo rústico cercado por selva. A segunda linha mostra o carro (um sedan prateado) sendo conduzido por uma estrada de acesso arborizada e, em seguida, estacionado em frente a um grande portão branco de uma propriedade murada. A terceira linha foca no homem inspecionando e operando o trinco do porta-malas do carro com close-ups das mãos, e uma visão geral da casa de campo térrea e espaçosa com garagem e jardim. A linha inferior mostra o homem e o menino lavando o carro prateado à beira da piscina com uma mangueira e um balde, e a mulher sentada em um sofá em uma sala de estar escura e rústica, observando a mesma cena de estrada vista anteriormente na TV de tubo.
Fragmentos de uma jornada em busca de refúgio: o longo caminho até o interior, o isolamento necessário e a rotina vigilante que tenta se estabelecer sob o olhar atento e a incerteza do que virá a seguir.

Saí de casa por volta das 14 horas, na Rua Pasteur, em direção à granja. No caminho, passei no bairro Cascatinha para buscar a Andréa e seu irmão, Anderson.

Ao passarmos pelo Aeroporto da Serrinha, algo chamou nossa atenção: um helicóptero preto e amarelo. Rumores diziam que os sequestradores do centro da cidade o haviam solicitado para a fuga. Fiz um comentário trivial sobre a cena e seguimos viagem até o bairro Novo Horizonte, descendo em direção à Rua das Margaridas, nº 425.

Ao chegar, parei o carro em frente ao portão. Desci e, por um impulso incomum, tranquei-o com cadeado.

Anderson e eu começamos a lavar o carro, enquanto Andréa subiu para ver televisão. Tudo seguia calmo. Como se o perigo não estivesse a poucos metros de distância.


Como um gesto simples de proteção se tornou a moldura do que viria a seguir? Conheça a história real e completa no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".


💬 Você já teve um impulso repentino de segurança ou proteção que depois pareceu um aviso do destino? Conte nos comentários.


 
 
 

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MIGUEL JACOB

Site oficial do livro O Sequestro da Rua das Margaridas — 24 HORAS

© 2026 Miguel Jacob. Todos os direitos reservados.
Livro baseado em fatos reais.

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