Sequestro da Rua das Margaridas: O Código da Palavra
- Miguel Jacob
- 15 de jul.
- 1 min de leitura
Atualizado: há 5 dias

Após o fracasso da primeira negociação, minha angústia chamou a atenção de Peninha, um dos sequestradores. Em uma conversa tensa e reveladora, o criminoso me explicou a lógica do cativeiro e fez uma promessa solene de que os reféns sairiam ilesos, justificando que manter a palavra era sua única lei. Sem opções e com a vida por um fio, tomei a decisão mais difícil daquela noite: escolher confiar na ética distorcida do próprio captor para conseguir sobreviver.
Até que ponto a palavra de um criminoso pode ser a sua única garantia de vida? Acompanhe os detalhes dessa conversa tensa no livro "O Sequestro da Rua das Margaridas - 24 Horas".
💬 Em uma situação de extremo perigo, você conseguiria confiar na promessa de quem te mantém em cativeiro?



Comentários